No começo do ano de 1966, era discutida a carência espiritual das regiões mais afastadas da paróquia e a necessidade de iniciar novos centros pastorais na cidade. Foi a determinação do Sr. Brígido Lourenço Alves e da Sra. Eunice da Rocha que despertaram o surgimento da nova comunidade. Passaram então a se reunir em um terreno baldio da Rua São Gonçalo. Três meses depois, Frei Dídimo encontrou uma fábrica fechada na Rua Maria Braga, 362, de propriedade do Sr. José Costa, que alugou
terreno para a celebração das missas, prejudicadas nos dias de chuva ou forte calor.
Em nove de fevereiro de 1967, a Escola Santo Antônio começou as suas atividades. No dia 13 de junho do mesmo ano, aconteceu a 1 ª procissão da comunidade.
O atual terreno foi doado pela Prefeitura por intermédio do Sr. Antônio Porto, presidente da Câmara Municipal. A edição de 17 de janeiro de 1970 do jornal “A Voz dos Municípios Fluminenses”, publicou uma nota, com a resolução municipal que dava à Mitra diocesana autorização para o funcionamento da escola e da capela.
Com o terreno desapropriado e o aumento excessivo do aluguel, Frei Paulo Rebein dirigiu-se a amigos e conhecidos de São Paulo, a fim de levantar dinheiro para início das obras da comunidade. Em 21 de abril, Dom Adriano Hipólito procedeu a bênção da comunidade, que nos últimos anos, passou por diversas reformas e criou novos espaços.
A celebração das bodas de prata no dia 31 de outubro de 1996 e a visita das relíquias de Santo Antônio, no dia 23 de maio de 1999 foram acontecimentos marcantes. A nível de reformas, foi posto o piso do salão. A escritura do terreno tramita em “usucapião”.